sábado, 24 de março de 2012

ATUALIDADE ... 7ª PARTE – Conclusão



7ª PARTE – Conclusão

Que podemos concluir de tudo isso? Que para vivê-lo é necessário crer nesta missão, na força que ela tem, no importante que é, e na necessidade de que esta semente volte a ser lançada com toda força e com toda esperança.


Talvez a tarefa que lhes toca é manter viva e aberta essa experiência. Embora às vezes possam ter a sensação de que já se esgotou. Eu creio que é necessário também, como víamos ontem, voltar a referir os conteúdos fundamentais dessa experiência ao itinerário seguido pelo Irmão Carlos. Fazendo sem cessar esse movimento circular (experiência, explicitação em conteúdos, confrontação com o itinerário do Irmão Carlos, experiência, etc) é que nós podemos liberar-nos de formas do passado e reinventá- las. Mas dentro da mesma intuição e do mesmo espírito. 

É o que significa re-escrever o Evangelho na vida cotidiana. Porque a vida muda as formas de escrevê-lo hão de ser também diferentes. Vocês não vivem nem se vestem como no começo. E é normal (embora seja um aspecto secundário) porque o contexto é outro. A intuição e a espiritualidade do Irmão Carlos não podem ser reduzidas a isso. É preciso ir ao essencial. Como refazer este caminho, sendo plenamente fiéis à intuição do Irmão Carlos? Essa criatividade é o grande desafio que vocês estão se locando. A tarefa me parece suficientemente grande e apaixonante para que valha a pena correr o risco. Coragem!